Homem acusado de assassinar namorada adolescente grávida será julgado por júri popular no Sul de Minas
Júri popular de acusado de feminicídio contra adolescente grávida acontece nesta quinta-feira (28) em Três Pontas (MG)
Adenilson Vitor Cougo, de 35 anos, vai a julgamento nesta quinta-feira (28), em Três Pontas (MG), acusado de assassinar a namorada de 16 anos, que estava grávida, no ano de 2010. Ele responde por homicídio qualificado e será julgado pelo Tribunal do Júri.
Após quatro adiamentos, júri popular de acusado de feminicídio é realizado em Três Pontas (MG)
O julgamento de Adenilson Vitor Cougo, de 35 anos, acusado de matar a namorada de 16 anos, que estava grávida, em 2010, em Três Pontas (MG), acontece nesta quinta-feira (28). Ele responde por homicídio qualificado e será julgado por um júri popular formado por sete jurados.
O processo já teve quatro adiamentos. O mais recente ocorreu em 7 de agosto, quando a defesa desistiu do caso alegando não ter tido tempo suficiente para analisar os autos. Desta vez, o julgamento teve início por volta das 9h.
Após 14 anos, acusado de matar namorada grávida vai a júri popular em Três Pontas (MG)
Adenilson Vitor Cougo, de 35 anos, está sendo julgado nesta quinta-feira (28) em Três Pontas (MG), acusado de matar a namorada Taís Alves Carolina, de 16 anos, que estava grávida, em 2010. O caso, que se arrasta há 14 anos, envolve denúncias de feminicídio, ocultação de cadáver e tentativa de fuga. O réu responde por homicídio qualificado e será julgado por um júri popular formado por sete jurados. A sessão teve início por volta das 9h.
Segundo a Polícia Civil, Adenilson confessou o assassinato logo após o crime e teria relatado que matou a adolescente ao descobrir que o filho que ela esperava não era dele. O corpo de Taís foi encontrado às margens de um ribeirão. O réu ainda afirmou ter contado com a ajuda do irmão e de uma menor de idade para cometer o crime.
Desde então, o julgamento foi adiado quatro vezes. O último adiamento ocorreu no dia 7 deste mês, quando a defesa desistiu do caso alegando não ter tido tempo suficiente para analisar os autos.
Pouco antes dessa data, Adenilson tentou fugir ao ser localizado na casa dos pais. Ao avistar os policiais, entrou em uma caminhonete estacionada em frente à residência e tentou escapar. Durante a perseguição, o veículo foi interceptado após a polícia atirar nos pneus. Ele ainda teria resistido à prisão e precisou ser algemado.
Além do cumprimento do mandado de prisão preventiva, Adenilson recebeu voz de prisão em flagrante por diversos crimes: tentativa de homicídio contra os policiais, resistência, desobediência, direção perigosa e dano qualificado.
Após o crime em 2010, Cougo chegou a ser preso, mas foi solto após seis meses para aguardar o julgamento em liberdade. No início deste mês, voltou a ser detido sob a justificativa de que estaria atrapalhando as investigações e ameaçando testemunhas.
Fonte: JD